
A Caravana do PT 30 anos esteve na tarde desse sábado, 06/02, no município de Queimada Nova, no Sul do Piauí, reunida com integrantes de comunidades quilombolas e indígena para comemorar a fundação do partido. Para o deputado estadual, Paulo Martins, coordenador da caravana, os governos petistas de Lula e Wellington Dias foram pioneiros em priorizar as políticas de valorização dessa parcela da população.
“O que está sendo feito é um resgate, onde o Governo do PT no Brasil e no Piauí implementaram um trabalho sério de políticas para valorização dos negros e dos índios. Aqui em Queimada Nova nós temos uma prova disso, onde essas comunidades receberam água, casa, energia e terra”, disse Paulo Martins, durante reunião em Queimada Nova. Ele completou dizendo que essa valorização nasceu de um projeto político petista ao longo desses 30 anos.


A reunião contou com a presença da vereadora de Queimada Nova Maria Rosalina, do PT, atuante na assistência as comunidades quilombolas e indígenas. Também estavam presentes do presidente do EMATER, Francisco Guedes, trabalhadores rurais locais e ainda sindicalistas e comunicadores. Após a reunião, os petistas foram homenageados com um bolo, que simbolizou os 30 anos de fundação da sigla.
Maria Rosalina afirma que o trabalho parlamentar em Queimada Nova de apoio as comunidades quilombolas e indigenas ficou mais fácil com o apoio institucional de Lula e Wellington Dias. "Antes eramos discriminados, mas hoje temos dificuldades, é verdade, mas o nosso trabalho agora tem um apoio forte", analisa.


A coordenadora do programa “Até no Quilombo”, Assunção Aguiar, que também milita há 17 anos no PT, ressalta que o Partido dos Trabalhadores é a única sigla do Brasil que sempre teve uma preocupação institucional de trabalhar com políticas de valorização das comunidades quilombolas. Ela relata que essa parcela da população ficou à margem das ações de governo ao longo de décadas, mas atualmente a realidade é outra.
“No Brasil são vários avanços e no Piauí isso não é diferente, pois já chegamos a 140 comunidades negras sendo assistidas de forma intensa pelos Governos nesse Estado. Era uma dívida que esse país e esse Estado tinha com essas comunidades”, afirma Assunção Aguiar.

